Constante falta de mim


Não me conheço mais
E se realmente sei quem sou não me aceito
Não percebo, a constante falta de mim
Hoje ontem na sexta, na quarta da quinta
E lamento por saber que sou;
Egocêntrica a ponto de encher o corpo
Em sintonia de êxtase, comigo mesma, apenas por mim
De não me amar, por acreditar ser pouco
E se te parece ser pouco, é pouco.

Eu nada sinto quando ouso alguém falar de amor
Quero senti-lo, toca-lo com as duas mãos
Sufoca-lo se preciso for, mas quero te-lo
Enrolado nos pés, me prendendo do mundo
Me tirando a voz, me deixando feliz e burra
Não me importo.

A falta de espaço, me deixa inconsciente
Encapas de me reconhecer, mesmo quando sei quem sou
Mesmo quando sei, que sou apenas isso
Que sou apenas algo que ainda não lhe sei dizer
Talvez saiba, mas não a sentido em falar
E as vezes por isso sinto que não a sentido em amar.

- Ouvindo: Janis Joplin.

3 Rabiscos de Outros:

Érica Amorim 5:35 PM  

As vezes tbém me sinto tão sem espaço nessa imensidão de mundo ;)

bom saber que meus poemas andam adoçando rsrsr

coincidência? tbém ouvindo Janis Joplin - To Love Somebody

bjo

Ariela Venâncio 5:38 PM  

- Seus poemas são extremamente doce Amorim.
E sobre minha linda Janis eu a ouso sempre.

Beijo !

max 7:10 PM  

TEm um Cha da Paz quando essa minina escrevi kkkk

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"Publicar um texto é um jeito educado de dizer “me empresta seu peito porque a dor não está cabendo só no meu.”

(Tati Bernardi)



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