Não a culpado.

Sempre quando vejo que algo bonito vai me acontecer
Tropeço, dai pra frente tudo vira caos. Eu gosto do caos.
Eu me cego, me torno de novo uma estúpida.
Mesmo não querendo fazer parte dessa confusão, mas se de certo eu sou a confusão.
E quando percebo estou só, de novo, de novo, de novo.
Nunca me importei em perder, perder sempre é fácil.
É mais cómodo, mais leve. Ganhar torna tudo muito dificil.
Eu sei, estou atolada, mas devo confessar que nada me é pior.
Eu me vejo, olho ao redor e estou eu só com meus cigarros.
Mas não culpo ninguém, as pessoas não entendem.
Elas ainda não percebem que sou assim, por sentir de mais.
Por sentir da primeira gota a ultima. Por sintir o não, por sentir essa terrivél formigação.
Elas não compreendem, por que compreender torna tudo mais difícil.
Mas eu não as culpo.


- Ouvindo: (Matanza)

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"Publicar um texto é um jeito educado de dizer “me empresta seu peito porque a dor não está cabendo só no meu.”

(Tati Bernardi)



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